
Cisto Pilonidal
O cisto pilonidal ou cisto sacrococcígeo é uma doença benigna que acomete a pele e o subcutâneo na região sacrococcígea (metade superior do sulco entre
As hemorroidas são vasos de sangue que fazem parte da anatomia do ânus e do canal anal de qualquer pessoa. Possui funções na sensibilidade e na continência das fezes.
A doença hemorroidária surge quando ocorrem os sintomas, por consequência da dilatação e frouxidão das hemorroidas.
Isso pode ocorrer devido a faixa etária, constipação crônica, esforço evacuatório prolongado, disfunções do assoalho pélvico, gestação.
O consumo de álcool, alimentos picantes, condimentados ou tabagismo podem agravar os sintomas, mas não temos estudos que consigam provar alimentos causadores.
O sintoma mais comum das hemorroidas é o sangramento, que pode ser visto no papel higiênico ou no vaso sanitário.
Outra queixa frequente é o prolapso (ou seja, quando a hemorroida sai do ânus), e que pode precisar ser re-introduzida manualmente.
A dor só está presente na doença hemorroidaria quando ocorrem complicações, por exemplo trombose ou úlcera.
O diagnóstico da doença hemorroidaria é feito somente após avaliação médica em consultório.
O exame proctológico completo incluindo a Anuscopia é fundamental.
O tratamento pode ser dividido em tratamento clínico, tratamento ambulatorial e tratamento cirúrgico.
A escolha da terapêutica vai depender da intensidade dos sintomas do paciente e a preferência que deve ser escolhida juntamente com o seu médico coloproctologista.
Para todo paciente com doença hemorroidária, é importante orientar hábitos de vida para um melhor funcionamento intestinal.
Iniciamos orientando uma dieta rica em fibras (25g/dia para mulheres e 38g/dia para homens), associada a uma adequada ingestão de líquidos (mínimo 35ml/kg/dia, ou seja, para um paciente 60kg, 2100ml/dia).
Dessa forma, o resultado é um movimento intestinal suave, com mínimo esforço ao evacuar.
Para alguns, torna-se, ainda, necessário a associação de alguns remédios para ajudar na melhora da consistência das fezes.
Outras medidas clínicas incluem minimizar o tempo gasto no banheiro, evitar o uso do papel higiênico, banhos de assento e tratamentos tópicos.
No tratamento medicamentoso, temos variados agentes tópicos de venda livre, que associam agentes como vasoconstritores, anti-inflamatórios, anestésicos a protetores de barreira, além de medicações via oral como os flavonoides que aumentam o tônus vascular diminuindo o sangramento, a dor e o prurido.
Alguns procedimentos minimamente invasivos podem ser realizados em regime ambulatorial.
A ligadura elástica é um tratamento realizado para hemorróidas internas que consiste na colocação de um elástico no ápice da hemorróida, diminuindo o fluxo sanguíneo e o tamanho.
Pode haver dor, sangramento e retenção urinária.
Complicações são incomuns, mas podem ocorrer trombose, infecção, dor intensa e febre.
Ela é eficaz para hemorróidas internas graus I, II e III, porém a longo prazo, 1/3 dos pacientes necessitam de novo tratamento.
A escleroterapia é um procedimento não tão eficaz quanto a ligadura elástica, principalmente, para hemorróidas internas grau III, mas é uma boa opção para pacientes em anticoagulação, já que o risco de sangramento é mínimo.
Realiza-se a injeção de agentes esclerosantes no ápice da hemorróida, levando a formação de cicatriz e fibrose. Pode haver complicações como infecção, dor, abscesso, retenção urinária.
Fotocoagulação com infravermelho pode ser utilizada para tratar hemorróidas internas, levando a cicatriz e fibrose local.
É realizado a aplicação da radiação infravermelha 3 a 4x em cada hemorróida. Ela é eficaz para tratar o sangramento, porém pouco eficiente para o prolapso.
Complicações são raras, mas pode acontecer dor e sangramento.
Indicado para pacientes com falha no tratamento clínico ou persistência dos sintomas mesmo se submetidos a procedimentos minimimamente invasivos.
A hemorroidectomia excisional apresenta excelentes resultados, com mínimas taxas de recorrência e poucas complicações, podendo tratar múltiplas hemorróidas ao mesmo tempo, desde que mantenha pontes de tecido entre elas.
No entanto, está associada a maior dor pós-operatória. Essa cirurgia é realizada em ambiente hospitalar, com o uso de anestesia ( raquianestesia, anestesia geral ou sedação + anestesia local).
Ao ressecar a hemorróida, pode-se deixar a ferida aberta ou fechada com pontos de sutura.
As complicações podem ser retenção urinária, sangramento, estenose, infecção e incontinência.
A hemorroidopexia com o grampeador é indicada para hemorróidas internas grau II e III.
Ao realizar o grampeamento, retiramos uma faixa circunferencial de hemorroidas internas de uma forma que as hemorróidas residuais são puxadas para o canal anal e diminuem de tamanho devido à diminuição do suprimento sanguíneo.
Como o procedimento é realizado internamente no canal anal, a dor pós-operatória é menor.
Algumas complicações são perfurção retal, dor persistente, infecção, fistula retovaginal e obstrução.
No THD (desarterialização hemorroidária transanal) é realizado ligadura das artérias que alimentam as hemorróidas com a ajuda de um ultrassom doppler para identificação dessas artérias.
É uma técnica com menor dor pós-operatória e com taxas de recorrência 8-11%.
O tratamento clínico pode deixar a doença hemorroidária assintomática, ou seja, o paciente vai permanecer com as hemorróidas, porém elas não causarão mais sintomas.
Já o tratamento cirúrgico excisional, promove a ressecção da hemorróida que aliado a manutenção de bons hábitos alimentares e intestinais, pode levar a cura definitiva.
Não. A doença hemorroidária é uma doença benigna.
No entanto, quando houver dúvida diagnóstica, a biópsia e/ou ressecção da lesão torna-se necessária para esclarecimento.
O médico especialista é o coloproctologista, especialidade que necessita de 6 anos de medicina, 2 anos de cirurgia geral e 2 anos de coloproctologia para a sua formação.

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